quarta-feira, 20 de maio de 2009

Existem finais de tarde...



...que nos permitem sonhar.

(esta foto é minha, convém salientar)

terça-feira, 19 de maio de 2009

Eu sabia...eu sabia...


História

Abelho é um apelido com origem nas Astúrias, tendo a família por solar uma torre no lugar de Brieves, concelho de Valdez.A grafia original é, por conseguinte, Abello.

Terá passado a Portugal no reinado de D. João III na pessoa de Rui Fernandes Abelho, que se estabeleceu em Évora. Um dos seus filhos casou com uma filha ilegítima do infante D. Luís, de quem nasceu Julião Abelho de Barros

Armas

De verde, um cortiço de ouro rodeado de abelhas do mesmo, rematado por uma foice de prata, encapada de ouro, posto à direita. E à esquerda, uma árvore de sua cor, bordado de ouro, tudo sobre um terraço, também de sua cor.


(deixa-me lá ver quem foi Julião Abelho de Barros...)

Continuei a descobrir na NET...

Tem gente que acha que Deus foi meio incompetente ao colocar os testículos do homem numa posição tão vulnerável a pedradas, tiros, joelhaços (quem já levou uma séria cacetada nos países baixos sabe o que significa extrato concentrado de dor), mas a vida do abelho é bem pior.
Quando o abelho coloca o aquilo no naquilo da abelha-rainha, o seu aquilo simplesmente quebra e ele morre. É o que se pode chamar literalmente de "botar para quebrar".

Pior destino que este só o dos aranhos e o dos louva-a-deus, que são assassinados pelas fêmeas no momento da concepção. Servirão de alimento aos futuros rebentos, que poderão dizer com toda a justiça: "Comi o papai".
(realmente...)

Descobri na NET...

Acabou Chorare
Acabou chorare,
Ficou tudo lindo
De manhã cedinho
Tudo cacaca na fé fé
No bubu lili, no bubu lilindo
No bubu bulindo, no bubu bulindo
Talvez pelo buraquinho
Invadiu minha casa
Me acordou na cama
Tomou meu coração e
Sentou na minha mão
Abelha, abelhinha
Acabou chorare
Faz zumzum pra eu ver
Faz zumzum pra mim
Abelho, abelhinho
Escondido, faz bonito
Faz zumzum e mel
Inda de lambuja tem o carneirinho
Presente na boca
Acordando toda a gente
Tão suave mé
Que suavemente
Abelha, carneirinho
Acabou chorare
No meio do mundo
Respirei eu fundo
Foi-se tudo pra escanteio
Vi o sapo na lagoa
Entre nessa que é boa
Fez zumzum e pronto

(é tão parvo que até dá pena...)

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Princesas...



somos todas.

(basta alguém achar que somos...)